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Mostrando postagens de Agosto 27, 2020

Atlas da Violência: assassinatos de negros crescem 11,5% em 10 anos

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Estudo foi feito com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade. Por LETYCIA BOND da AGÊNCIA BRASIL , São Paulo/SP Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil No Brasil, os casos de homicídio de pessoas negras (pretas e pardas) aumentaram 11,5% em uma década, de acordo com o Atlas da Violência 2020, divulgado hoje (27), em São Paulo, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%. Feito com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, o relatório evidencia ainda que, para cada pessoa não negra assassinada em 2018, 2,7 negros foram mortos, estes últimos representando 75,7% das vítimas. Enquanto a taxa de homicídio a cada 100 mil habitantes foi de 13,9 casos entre não negros, a atingida entre negros chegou a 37,8.   Na

Pacientes de Lages estão recebendo resultados de exame da Covid-19 por aplicativo de celular, em suas casas

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Objetivo é evitar que pacientes que estão aguardando os resultados dos exames tipo PCR para a Covid-19 precisem se deslocar até a Vigilância Epidemiológica em busca dos resultados. O número de WhatsApp é o 3251-7626. Por FLAVIO FERNANDES, Lages/SC Foto: Flavio Fernandes Considerando as regras de distanciamento e isolamento social recomendadas pelas organizações de saúde a nível global, em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), Lages adotou uma ferramenta digital para facilitar o acesso dos cidadãos aos resultados dos exames tipo PCR. A Secretaria da Saúde do município disponibiliza, desde o mês de julho, um canal de atendimento a esses pacientes via aplicativo de celular (WhatsApp) pelo número 3251-7626. As pessoas que estão aguardando o resultado dos exames, devem ficar em isolamento social, como medida preventiva para evitar possíveis novas contaminações. Com o advento da tecnologia, a Vigilância Epidemiológica mantém um número de WhatsApp e