Segunda noite de apresentações dos núcleos mostrou shows de violão, ballet e street dance.

Por FABRÍCIO FURTADO da FCL,
Lages/SC

📷 Fabrício Furtado / FCL

Com apenas três anos de vida, o Programa Lages Melhor contabiliza mais de 700 alunos matriculados praticando desenho, danças, canto, violão e no curso de manequins e modelos em 10 comunidades espalhadas pela cidade. Os números são tão expressivos que a Prefeitura de Lages, através da Fundação Cultural e a Escola de Artes Elionir Camargo Martins programou duas noites para contemplar as apresentações ensaiadas durante todo o ano por instrutores e alunos.

Os shows de fim de ano dos núcleos do Lages Melhor são esperados ansiosamente não só por quem orienta e se apresenta. As famílias fazem grandes caravanas das suas comunidades para lotarem o Marajoara e aplaudir em pé o que é mostrado no palco do teatro. Na primeira noite, quarta-feira (30 de outubro), apresentaram-se alunos dos cursos de Canto e Coral, ballet e street dance dos núcleos Guarujá, Vila Maria e Penha, e grupos de corais da Escola de Educação Básica (E.E.B.) Godolfin Nunes de Souza, E.E.B. Vidal Ramos e das Escolas Municipais de Educação Básica (Emebs) Belizária Rodrigues e Juscelino Kubitschek de Oliveira.

Na quinta-feira (31 de outubro), foi a vez de acompanhar os núcleos do Lages Melhor nos bairros Habitação, São Paulo, São Francisco, Santa Mônica e Santa Terezinha do Salto. Durante duas horas, o público que somou mais de 500 pessoas como na noite passada, ouviu os timbres de dezenas de violões regidos pelos instrutores Éder Goulart e Marcelo Bernhardt, os instrutores também cantaram com o acompanhamento dos seus pupilos.

Nos momentos da dança, a graça, versatilidade e a criatividade foram apresentadas através dos grupos de ballet e street dance. Ao todo foram 17 apresentações de danças comandadas pelos instrutores Kelvin Roger, Philipe Faria, Dominique Nataly, Evelin Capistrano, Bruna Osório e Mariana Colossi.

O Prefeito Antonio Ceron esteve presente mais uma vez nas apresentações e ressaltou que o Programa Lages Melhor não seria possível sem a parceria das lideranças comunitárias. “Começou como um pequeno projeto no bairro Santa Mônica e agora percebemos a extensão do programa em suas diversas comunidades. Nada disso seria possível sem a parceria dos coordenadores de bairro como o Luiz Lima, Luiz Borges, Volni dos Santos, Marivani Brugnaroto, Ênio Quintino, Antônio Cardoso, Maria do Carmo e a Isolete Tillmann”, comenta.

O diretor da Escola de Artes Elionir Camargo Martins, Salésio Padilha, ressaltou o trabalho árduo dos instrutores. “São meses de preparo e dedicação por parte das instrutoras e instrutores, além de orientar os alunos, eles são responsáveis por pensar e executar as apresentações de fim de ano. Acredito que o maior retorno é são os aplausos de mais de 500 pessoas no Marajoara por noite”, acredita.

Giba Ronconi, superintendente da Fundação Cultural de Lages reforça o pensamento dos instrutores dos cursos. “Além dos cursos de dança e música, nós também oferecemos aulas de desenho e um curso de manequins e modelos em um dos núcleos. É sempre importante repassar para todos, que nossos instrutores de artes acreditam que o trabalho deles vai muito além de ensinar a como dançar, cantar, ou, se manifestar de qualquer forma. Cito as palavras do instrutor de violão, o Marcelo, no palco do Marajoara, a arte ajuda a sermos pessoas mais felizes!”.

📷 Fabrício Furtado / FCL

📷 Fabrício Furtado / FCL