Santa Catarina apresenta os menores índices de desigualdade de renda do país

Os dados foram divulgados na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE. 

Pablo Mingoti da Agência Catarinense de Notícias 
12/05/2023 — 22h24

Foto: Arquivo / Secom

Santa Catarina é o estado com os menores índices de desigualdade de renda do país. A boa notícia está na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, com os dados divulgados nesta quinta-feira, 11. O Índice de Gini em SC, ou seja, o grau de concentração de rendimento médio mensal dos catarinenses, foi o menor entre todas as Unidades da Federação em 2022, representando o baixo índice de desigualdade de renda.

O Governador Jorginho Mello comemorou os indicadores e destaca que dois em cada três catarinenses têm algum rendimento. “Isso demonstra que nossa população é empreendedora e trabalhadora. O Governo precisa ser amigo, um parceiro do empreendedor, para gerar cada vez mais emprego e renda”, frisa o governador.

O estudo ainda mostra que Santa Catarina tem o maior percentual de pessoas com rendimento de trabalho, 51% da população. Além disso, o rendimento médio mensal de todas as fontes cresceu, em termos reais, 4,3% em 2022, o quinto entre todos os estados. 

Para o secretário da indústria, do comércio e do serviço, Silvio Dreveck, Santa Catarina é diferenciada por conta da população e de políticas públicas certeiras. “Contamos com os melhores índices de desocupação no mercado de trabalho e um ótimo resultado na geração de empregos. Santa Catarina tem uma economia forte e diversificada, além disso, nosso equilíbrio fiscal, nossa competitividade e os investimentos públicos e privados vão continuar fazendo a diferença”, enfatiza. 

Outro destaque ainda fica por conta da redução, em 1,20%, da desigualdade de rendimento mensal domiciliar per capita, de 0,424 para 0,419. O rendimento domiciliar per capita leva em conta o total dos rendimentos domiciliares nominais e o total dos moradores de cada Unidade da Federação.

Cerca de 1,6 milhão de catarinenses tinham rendimentos de Outras fontes

O rendimento de “Outras fontes” leva em conta quatro tipos de rendimentos: aluguel ou arrendamento; aposentadoria ou pensão; pensão alimentícia, doação e mesada de não-morador. Cerca de 21,8% da população residente recebeu rendimento de outras fontes em 2022, proporção que representava cerca de 1,6 milhão de pessoas. 

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