Sindicato Rural promove Curso de Treinamento de Ensilagem em parceria com o SENAR/SC

As aulas foram ministradas presencialmente, com todos os cuidados recomendados pela saúde, junto à estrutura montada no segundo piso da sede do Sindicato Rural de Lages no Parque Conta Dinheiro. 

Da ASSESSORIA DE IMPRENSA DO SINDICATO RURAL DE LAGES

📷 Em dois dias, produtores rurais tiveram a oportunidade de participar de um curso de treinamento de ensilagem na sede do Sindicato Rural de Lages. (Foto: DIVULGAÇÃO)

LAGES — Aos poucos o Sindicato Rural de Lages está retomando as atividades de ensino técnico, e manter a concretização da proposta da instalação de cursos técnicos e superiores ligados ao agronegócio. Recentemente, durante dois dias, produtores rurais da região tiveram oportunidade de participar de um Curso de Treinamento de Ensilagem. As aulas foram ministradas presencialmente, com todos os cuidados recomendados pela saúde, junto à estrutura montada no segundo piso da sede do Sindicato Rural de Lages no Parque de Exposições Conta Dinheiro.


O Curso foi ministrado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC), e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) que atuam com treinamentos e programas em diferentes cadeias produtivas do agronegócio repassou conhecimentos sobre a produção de silagem. Trata-se de uma atividade que pode impactar diretamente na rentabilidade do sistema produtivo e, portanto, deve ser cuidadosamente planejada. A turma de alunos passou a entender melhor sobre como produzir silagem de alta qualidade, e que garanta o melhor desempenho dos animais e, com perdas reduzidas no processo produtivo.

O presidente do Sindicato Rural de, Márcio Pamplona acredita que aos poucos as atividades de ensino técnico voltado aos produtores podem começar a ser retomadas gradativamente. A estrutura instalada no segundo piso da entidade ficou paralisada por mais de um ano. “Diante dos avanços da vacinação, e a partir de regramentos pré-estabelecidos, e mantendo a parceria com o SENAR, foi possível trabalhar um curso, para poucas pessoas, o que já é um recomeço”, salienta Pamplona.


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