Trânsito em rotatória da Avenida Luiz de Camões é pauta no Poder Legislativo

O engenheiro de trânsito de Lages, Sérgio Todeschini, participou da reunião requerida pelo vereador Leandro do Amendoim (PL), para esclarecer dúvidas, ouvir questionamentos e sugestões da comunidade a respeito das mudanças no trânsito na região. 

Por ALEX BRANCO da CÂMARA DE LAGES
Lages/SC

Fotos: ALEX BRANCO / CÂMARA DE LAGES

Atendendo ao requerimento 091/2021, de autoria do vereador Leandro do Amendoim (PL), o engenheiro de trânsito de Lages, Sérgio Todeschini, esteve na tarde de quarta-feira (26) na Casa legislativa para esclarecer dúvidas, ouvir questionamentos e sugestões da comunidade relacionadas às alterações feitas pela Prefeitura em um cruzamento da avenida Luiz de Camões com a rua Hercílio Granzotto. Estiveram presentes também os empresários Gilmar Cavalli e Fabiana Amaral.


Os vereadores trouxeram apontamentos por parte dos moradores no que diz respeito à rotatória localizada próximo ao hospital Seara do Bem, questões de mobilidade e segurança. Segundo Todeschini, todos os procedimentos adotados foram devidamente estudados e aprovados por uma equipe técnica da Secretaria de Planejamento e Obras (Seplan), juntamente com a Diretoria de Trânsito (Diretran), visando dar fluidez ao alto fluxo de veículos.


“Antes de aprovarmos as mudanças, fizemos um levantamento nos horários de pico. Também fizemos a sinalização de acordo com normas para que todos possam trafegar de forma segura, mas precisamos considerar que a trafegabilidade é comprometida pela grande quantidade de automóveis. Temos 115 mil veículos e naquele ponto da avenida, no horário compreendido das 8h e 10h da manhã, passam mais de oito mil veículos” declarou o engenheiro.

A empresária Fabiana Amaral disse estar preocupada, tanto com seus negócios quanto com as filas e os perigos relacionados ao espaço e a forma de retorno. “Há muito tempo eu não via tantos acidentes naquele ponto da Camões, os veículos que estão na pista da esquerda não possuem espaço suficiente para fazer a conversão e, muitas vezes, precisam usar a faixa do meio, invadindo a pista, gerando perigo e insegurança”.


Ela diz também ter sofrido financeiramente com as mudanças. “A falta de estacionamento me trouxe prejuízos, uma vez que meu estabelecimento está em um ponto de entrada e saída da cidade. Quem parava antes para ir no meu estabelecimento ou nos outros ali perto hoje não tem lugar para isso, nem a pandemia me afetou tanto” disse Fabiana.

Ao término da explanação, ficou aberta a possibilidade de diálogo entre a comunidade, legisladores e Poder Executivo, a fim de buscar um ponto de equilíbrio e entendimento para todas as partes.

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