Rodoviária de Lages com movimento reduzido durante a pandemia

Os serviços administrativos são mantidos pela Prefeitura de Lages, em sistema de atendimento 24 Horas. 

Por IRAN ROSA DE MORAES da ASCOM PML
Lages/SC

Fotos: ARY BARBOSA / ASCOM PML

Nestes tempos de pandemia do novo coronavírus, o movimento na Rodoviária Municipal de Lages está bem reduzido, por conta da queda expressiva do número de empresas operando no terminal de passageiros, bem como pela redução de horários e dias de atendimento. Mesmo aquelas empresas que permanecem atendendo, devem seguir normas sanitárias estabelecidas e que reduzem, atualmente, em 50% o número de ocupação dos assentos dos ônibus.


Hoje, atuam regularmente na rodoviária as empresas Reunidas, Catarinense, Penha, Nevatur e Manfredi, além de outras empresas que utilizam o terminal de passageiros para as paradas regulares dos ônibus em trânsito, geralmente à noite e na madrugada.

A Administração da Rodoviária Dom Honorato Piazera é de responsabilidade da Prefeitura de Lages, através de pessoal lotado na secretaria municipal de Serviços Públicos e Meio Ambiente. Os serviços prestados, em sistema 24 horas, é feito por uma equipe de 26 servidores públicos.

Doze deles trabalham em serviços gerais, seis na vigilância, quatro na guarita (controle de entrada e saída dos ônibus), três no setor administrativo e mais um no serviço de roçada (corte de grama e poda de arbustos dos jardins).

A gerente responsável pela administração da Rodoviária, Vera Aparecida de Souza, explica que por causa da pandemia, apenas duas portas permanecem abertas, para entrada e saída dos passageiros e demais pessoas que se utilizam do terminal urbano, local onde também estão localizados a Diretoria Municipal de Trânsito (Diretran), Defesa Civil e o escritório de Alistamento Militar.

“É de nossa responsabilidade o controle de entrada das pessoas na Rodoviária, sendo necessária a aferição da temperatura corporal e a manutenção dos frascos com álcool gel, bem como os cuidados em manter o distanciamento social no interior do terminal de passageiros. Já na entrada dos ônibus, o controle é com as empresas transportadoras”, fala Vera de Souza.


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