Secretaria da Infraestrutura estuda cinco rotas possíveis para implantação do transporte marítimo da Grande Florianópolis

Em princípio, as cinco rotas são Tijuquinhas a Canasvieiras; Biguaçu a Santo Antônio de Lisboa; São José (Barreiros) à região Central de Florianópolis (Centro Sul); Beira-Mar de São José a Beira Mar Norte; e Palhoça (Pontal) e Tapera.
 
Por PATRICIA ZOMER e VANESSA PIRES da SIE
Florianópolis/SC

Foto: SIE / Divulgação


A Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) firmou, em agosto, um Termo de Cooperação Técnica com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para realizar a análise prévia da viabilidade econômica, ambiental e técnica dos estudos existentes para implantação do transporte marítimo na Grande Florianópolis.
 
Durante a reunião semanal da última quinta-feira, 29, o secretário da Infraestrutura, Thiago Vieira, técnicos da SIE e consultores do BID trataram sobre os estudos que analisam as possibilidades para identificação de alternativas e definição de rotas, sistema de barcas e ferry boat; modelagem de negócio e concepção de terminais; intermodalidade; calibragem de demanda; transporte elétrico; e a instalação de terminais integrados, com estacionamento para veículos e bicicletário.
 
Em princípio, as cinco rotas que estão em análise são as travessias entre Tijuquinhas e Canasvieiras; Biguaçu e Santo Antônio de Lisboa; São José (Barreiros) à região central de Florianópolis (Centrosul); Beira Mar de São José e Beira Mar Norte; e Palhoça (Pontal) e Tapera.
 
“Realizamos mais um passo importante para a implantação do transporte aquaviário na Grande Florianópolis. Os consultores do BID e os técnicos da SIE estão fazendo uma análise técnica aprimorada para culminar na melhor proposta. O estudo ainda está na fase de modelagem, que será debatido com as Prefeituras dos municípios envolvidos e outros atores importantes para o processo. Tenho a convicção de que estamos trilhando o caminho adequado e bem estruturado para que, enfim, tenhamos a travessia marítima entre Ilha e Continente”, destaca Vieira.
 
Entre os pontos avaliados para a definição das rotas estão a acessibilidade viária e de passageiros; unidades de conservação; zoneamento de uso e ocupação, topografia do terreno, desapropriações do lote; componente sazonalidade e aptidão multimodal.
Lages Diário

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Enquete: participe e vote em quem você acha que será a rainha da Festa do Pinhão 2019

Lages a Nova Iorque com a Azul, a partir de junho

Internautas reagem a Mario Motta na bancada do ‘Jornal Nacional’