Foram pesquisados 72 itens em quatro estabelecimentos que tradicionalmente comercializam tais materiais. A maior variação por item está na cola bastão de 8g que apontou uma diferença de 1.023,75% do mais barato ao mais caro.

Por LD,
Lages/SC

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O Programa de Defesa do Consumidor (Procon) de Lages realizou entre os dias 9 e 10 de janeiro (quinta e sexta-feira) uma pesquisa com uma relação de 72 itens da lista de material escolar e apontou uma variação média de 134,79%  entre o estabelecimento mais barato e o mais caro. Ao todo, a pesquisa foi feita em quatro estabelecimentos tradicionalmente conhecidos pela comercialização destes tipos de itens.


Entre os itens que tiveram a maior variação entre o local mais barato e o mais caro está a cola de bastão de 8 gramas na qual apontou uma variação de 1.023,75%. O diretor do Procon de Lages, Julio Borba, esclareceu ainda que da lista de 72 produtos, cinco não existia em nenhum dos quatro locais pesquisados e recomenda para o “consumidor além de observar o menor preço é interessante analisar o preço médio que se paga nos produtos para se ter referências. Portanto, a pesquisa é a melhor orientação para os pais neste momento”, explica Julio.

Uma orientação aos pais está também nas exigências das escolas. As instituições de ensino não podem solicitar determinados tipos de materiais como os de uso coletivo: álcool hidrogenado, algodão, canetas para lousa, carimbos, copos descartáveis, esponjas para pratos, entre outros. “As escolas só podem requerer materiais utilizados nas atividades pedagógicas dos alunos”, esclarece Julio.