Também foram ouvidas 10 testemunhas. O processo tramita na 1ª Vara Criminal da comarca de Lages.

Por LD*,
Lages/SC

📷 Taina Borges / NCI TJSC

Na última segunda-feira, 11, a Justiça na Comarca de Lages realizou uma audiência de instrução e julgamento do homem acusado de ter furtado um veículo e também uma loja da Havan às margens da BR-282, em Lages, no mês de agosto passado. Na audiência foi ouvido o réu e também 10 testemunhas. O processo corre na 1ª Vara Criminal da Comarca de Lages.

Denunciado pelo Ministério Público, o homem foi acusado de furto simples, furto qualificado, desobediência e dano qualificado. Ele teria, supostamente, furtado uma VW Saveiro, avaliada em R$ 5 mil e usado o veículo para quebrar a porta de vidro da loja de departamentos onde furtou produtos entre roupas, eletrodomésticos e eletrônicos que foram avaliados em R$ 32 mil. Na sequência ao tentar fugir desobedeceu às ordens de parada emanadas pelas guarnições da Polícia Militar e danificou uma das viaturas na tentativa de fuga.

O homem acabou sendo capturado nas redondezas do estabelecimento e preso em flagrante. Foi para uma audiência de custódia onde foi decidido pela sua permanência preso. Os trâmites na sequência são a conclusão do inquérito policial pela Polícia Civil em até dez dias e o encaminhamento para análise do Ministério Público, que oferece ou não a denúncia.

Neste caso, o MP ofereceu a denúncia e aonde o juiz determinou a citação e apresentação de defesa. Após, ocorre a audiência de instrução e julgamento, momento em que são ouvidas as testemunhas de acusação e defesa e, por último, há o interrogatório do réu.

Segundo o juiz Geraldo Corrêa Bastos, o audiência serve para que os depoimentos sejam aceitos como prova oral no julgamento. “Mesmo que todos tenham sido ouvidos pela polícia, os depoimentos precisam ser feitos ao juiz para que sejam aceitos como prova oral”, explica.

O processo ainda conta com as alegações finais para assim ir para conclusão e posterior condenação ou absolvição. É possível recorrer da decisão.

*Com informações de Taina Borges, da NCI TJSC