A Prefeitura de Lages emitiu nota onde informa que irá apurar os fatos, pois entende que a viatura da Diretran não poderia estar em uma suposta perseguição, função esta que é da polícia.

Por LD,
Lages/SC

📷 Divulgação

Uma colisão envolvendo quatro veículos movimentou a rua Cirilo Vieira Ramos, no bairro Vila Nova, na zona Leste de Lages, na Serra Catarinense. Um dos veículos envolvidos era um VW Gol da Diretoria de Trânsito (Diretran) de Lages e que supostamente estaria em uma perseguição.

Segundo o repórter Vantuir Rech, da Rádio Clube de Lages, a perseguição teria começado após um GM Astra que estava sendo conduzido por condutor sem a habilitação que não teria respeitado a ordem de parada, iniciando a perseguição que acabou na colisão atingindo dois veículos que estavam estacionados. Já o Astra foi atingido na traseira pela viatura da Diretran.

A Prefeitura de Lages emitiu uma nota no início da tarde desta quarta-feira (11) informando que já está tomando medidas a respeito do caso, como a apuração imediata dos fatos e abertura de sindicância, além de deslocar os agentes envolvidos no acidente em funções administrativas internas até a conclusão das investigações e entende que a viatura da Diretran não poderia estar realizando perseguição já que entende que isso é função de polícia.

A Polícia Militar esteve presente no local para o registro da ocorrência na modalidade de acidente de trânsito. Ninguém ficou ferido, apenas danos materiais.

Confira a nota da Prefeitura de Lages na íntegra:

“Ao tomar conhecimento de um acidente de trânsito com uma viatura da Diretran em suposta perseguição na manhã desta quarta-feira, dia 11, na Rua Cirilo Vieira Ramos, o prefeito Antonio Ceron determinou a imediata abertura de uma sindicância e a instauração de um processo administrativo para apurar os fatos e as responsabilidades. E por entender que perseguição é função de polícia, e não de agente de trânsito, o prefeito Ceron também determinou o imediato recolhimento dos servidores envolvidos no fato para funções exclusivamente internas até a conclusão das investigações”.