O objetivo é repassar aos veteranos e aos novos membros atualizações sobre o cenário econômico do país, como funcionam os fundos de investimentos, de renda fixa e variável e orientações sobre gestão de recursos.

Por ALINE TIVES da ASCOM PML,
Lages/SC

📷 Aline Tives / ASCOM PML

A nova diretoria de conselheiros do Instituto de Previdência do Município de Lages (LagesPrevi), passou a tarde desta quinta-feira (25 de julho) mergulhados em números e dados sobre as finanças do Instituto. Os consultores Ricardo Giovenardi e Gustavo Tuckmantel, da empresa SMI Consultoria de Investimentos, de Florianópolis, realizam o encontro a cada quatro meses.

O objetivo é repassar aos veteranos e aos novos membros atualizações sobre o cenário econômico do país, como funcionam os fundos de investimentos, de renda fixa e variável e orientações sobre gestão de recursos, ou seja, qual o melhor caminho para se investir os recursos do LagesPrevi. “Como os conselheiros são novos, é muito importante esta exposição sobre o que temos em carteira. Precisamos nos orientar sobre as aplicações dos recursos, pois trabalhamos com várias instituições financeiras e temos vários fundos de investimentos”, relata a diretora administrativa financeira do LagesPrevi, Rose Ambrosi.

Para o conselheiro e membro do Comitê de Investimentos do LagesPrevi, Silvio Fernando Córdova, a consultoria vem surtindo efeitos positivos ao longo dos anos. “Precisamos dessa assessoria, pois nos trazem muito conhecimento de mercado financeiro. Desta forma vamos garantindo que o dinheiro dos servidores públicos municipais esteja bem aplicado e rendendo para o futuro”, comenta.
Também é necessário seguir as normas da Secretaria de Previdência do governo federal, embora cada instituto tenha liberdade para instituir seu próprio regimento e políticas de investimentos próprios.

Segundo Ricardo Giovenardi, os regimes próprios de previdência estão sob uma legislação que estabelece parâmetros e diretrizes sobre a gestão de recursos dos institutos. “A partir disto, os gestores podem tomar decisões de acordo com o cenário econômico e perspectivas, mas respeitando os limites da administração pública, que é a transparência, liquidez e solvência de cada plano. O que buscamos é fornecer o máximo de informações com qualidade para orientar esta tomada de decisões”, afirma.