Marina Silva desconversa sobre apoio em 2º turno


“Os dois partidos que estão fazendo a polarização não são uma alternativa para a sociedade brasileira”, criticou a candidata do REDE.

Por REDAÇÃO da VEJA.COM,
em São Paulo/SP

📷 Reprodução 

Após votar no Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Rio Branco, no Acre, a candidata à presidência da República Marina Silva (Rede) endossou, em coletiva, suas críticas à polarização das eleições e reforçou sua expectativa de estar no 2º turno — ela soma 3% das intenções de voto nas pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas neste sábado (6).

“Os dois partidos que estão fazendo a polarização não são uma alternativa para a sociedade brasileira”, criticou Marina. A candidata elogiou sua campanha, por não ter optado pelo “caminho tentador das promessas mirabolantes”. Para a presidenciável, as propostas da chapa, que também é composta por Eduardo Jorge (PV), ofereceu a”segunda face” aos eleitores.

A candidata da Rede disse que, caso seja confirmado o 2º turno entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), o eleitor terá que escolher entre o populismo de esquerda e de direita. Mas ela disse que só definirá seu posicionamento e estratégia após a apuração.

Marina Silva criticou, ainda, a reeleição de Dilma Rousseff (PT), nas eleições presidenciáveis de 2014. “A eleição da Dilma e do Temer foi uma fraude, pelo uso do dinheiro de corrupção”, disparou. Por causa do fuso horário, a eleição no Acre começa e termina duas horas depois em relação ao horário de Brasília.




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