Polícia Militar Ambiental apresenta resultados das análises de água do Rio Caveiras


Amostras identificaram as possíveis causas da morte de peixes da espécie cará.

Do CATARINAS COMUNICAÇÃO,
em Lages/SC

📷 Catarinas Comunicação / Divulgação

Em meados de abril, uma equipe composta por Policiais Militares Ambientais, técnicos da Agência de Regulamentação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc), Secretaria de Águas e Saneamento (Semasa) e do laboratório credenciado coletaram amostras de água em vários pontos do rio Caveiras e analisaram parâmetros físico-químicos para identificar as possíveis causas da morte de peixes. Nesta quinta-feira (5), a Polícia Militar Ambiental, secretarias do Meio Ambiente e Semasa apresentaram os resultados das análises.

No laboratório foram realizados estudos atendendo a vinte e cinco parâmetros de qualidade de água, incluindo ainda análises de pesticidas e metais pesados. Os resultados mais relevantes mostraram alteração na concentração de oxigênio dissolvido e do pH da água, em alguns pontos do Rio Caveira, além das condições ambientais encontradas no Rio Caveiras durante o fato, como a redução do volume de água e temperaturas mais elevadas.

“Numa análise mais sistêmica, não se pode afirmar que o agente causador das mortes de peixes é um fator isolado, mas sim, a interação de fatores naturais e de fatores derivados da ação humana que, concomitante, produziram um ambiente, mesmo que temporário, favorável a morte seletiva de peixes da espécie nativa cará” enfatiza o cabo da PMA, Ilton Agostini Júnior.

“A partir destas análises começaremos a construir, em conjunto com a Semasa, Secretaria do Meio Ambiente, CAV e Udesc, Ministério Público de Santa Catarina e demais setores da sociedade, um projeto capaz de monitorar a qualidade das águas do rio Caveiras com maior abrangência. Ou seja, além de identificar alterações no rio, que se apontem também as soluções que deverão ser tomadas por todos os usuários de suas águas”, destaca o comandante da PMA, Major Adair Alexandre Pimentel.  Ele destaca que, antes mesmo dessa análise mais apurada, a Semasa foi parceira na realização dos primeiros testes com a água do Rio Caveiras na tentativa de elucidar as causas da mortandade.

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