PM na reserva confessa que matou a esposa que também era policial

Karla Silva de Sá Lopes, de 28 anos, estava desaparecida desde ontem, quarta-feira (6), em Itapema, no Litoral Norte, ela era policial civil em Correia Pinto. O cabo na reserva, confessou o crime passional.

Por LD,
em Lages/SC

📷 Reprodução / Facebook / Arquivo pessoal

O desaparecimento da policial civil Karla Silva Sá Lopes, de 28 anos, foi desvendado e infelizmente de forma trágica. Ela que estava desaparecida desde ontem, quarta-feira (6), em Itapema, no Litoral Norte do Estado, foi vítima de um crime passional. O marido dela, Luiz Fernando Lopes, que é cabo na reserva da Polícia Militar teria confessado o crime e que teria matado-a com um tiro na cabeça após uma discussão e depois enterrado o corpo em uma área de restinga na praia de Taquaras, em Balneário Camboriú, também no Litoral Norte.

A defesa do policial nega que ele tenha confessado o crime. Segundo o advogado Luiz Eduardo Righetto ao jornal Notícias do Dia, o seu cliente foi tido como suspeito na parte da manhã e prestou esclarecimentos na DIC. "Ele compareceu expontaneamente ao batalhão da Polícia Militar e fez a entrega da arma pessoal", disse. Ele também afirmou que as informações de que Fernando teria confessado o crime e indicado o local onde o corpo estava não foram repassadas pelo seu cliente. 


A ocorrência está sendo investigado pela Divisão de Investigações Criminais (DIC), de Balneário Camboriú.

Karla que era natural de Lages, na Serra Catarinense, trabalhava na delegacia de polícia de Correia Pinto, também na Serra, mas estava de férias e, na próxima terça-feira (12) iria começar a trabalhar em São João Batista, na Grande Florianópolis. 

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