Corrupção e cidadania são temas em Ciclo de Debates

A formação de cidadãos críticos e conscientes sobre estes assuntos é um dos objetivos do Programa de Educação Fiscal, desenvolvido na rede municipal de ensino.

Por ASCOM PML,
em Lages/SC

📷 Ary Barbosa / ASCOM PML

A
Secretaria Municipal da Educação, através do Programa de Educação Fiscal, realizou na quarta-feira (29 de novembro), na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), o 1º Ciclo de Debates sobre Corrupção e Cidadania. Os propósitos deste Programa compreendem a formação de cidadãos capazes de entender a função social dos tributos, a importância de acompanhar a aplicação dos recursos públicos e estar motivado para o exercício da cidadania plena.

Participaram como palestrantes o promotor da Moralidade Administrativa,

Jean Pierre Campos, a promotora da Infância e Juventude, Tatiana Rodrigues Borges Agostini e a procuradora do Município de Lages, Mariana Köeche Mattos Buttendorf. A mediação dos debates ficou a cargo do professor da rede municipal, Cristian de Oliveira. “Temos que trabalhar os valores morais com as crianças e adolescentes. Nesta perspectiva, principalmente no sistema jurídico, nossas ações são todas regidas pela Constituição. Isso é o que nos orienta sobre nossos direitos e deveres”, disse o promotor Jean Pierre.

De acordo com a secretária municipal da Educação, Valdirene Vieira, muito se fala em corrupção. Seja nas revistas, nos telejornais ou nas redes sociais. “Podemos definir o termo como atitudes que visam obter vantagem em negociata em que se favorece uma pessoa e se prejudica outra. Por isso, a escola tem um papel fundamental na formação das crianças e adolescentes no aprendizado de conceitos morais e de dignidades, sem esquecer dos princípios familiares neste contexto”, comentou.


O Programa de Educação Fiscal é desenvolvido em 24 escolas da rede municipal. Desta forma, o Ministério Público, em parceria com a Secretaria da Educação, busca intensificar estas discussões e as práticas no ambiente escolar com a finalidade de provocar nos estudantes, ainda na primeira infância a reflexão de atos mais éticos, honestos e justos mesmo em pequenas atitudes. “Esta integração entre as instituições permite a promoção da cidadania e dos interesses coletivos, construindo valores e indivíduos socialmente responsáveis, voltados para a justiça fiscal e social, com vista ao bem comum, à melhoria da qualidade de vida e à sustentabilidade da democracia”, explicou a coordenadora do Programa de Educação Fiscal, professora Andressa Mota.

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