Prefeitura trabalha em busca de alternativas para prevenção de enchentes

A junção de esferas irá atuar pensando e trabalhando em alternativas para a prevenção envolvendo desastres naturais.

Por ASCOM PML,
em Lages/SC

📷 Rio Carahá, no bairro Caça e Tiro, transbordou após dias de chuvas no início do mês. (Foto: Maurício Santos / Arquivo / Lages Diário)

M
uito antes de assumir o cargo de prefeito, Antonio Ceron sabia que os problemas naturais precisariam ser enfrentados. Infelizmente, em seis meses de gestão, a cidade sofreu o primeiro revés natural, com alta precipitação de chuva, e que ocasionaram sérias inundações em alguns pontos da cidade. Na manhã desta quinta-feira (29), na Prefeitura, o assunto foi amplamente discutido com a presença do professor Sílvio Rafaelli Neto, do CAV/Udesc. Na ocasião, ele fez um relato de como acontecem as inundações, e apresentou alguns mecanismos hidrológicos que podem contribuir para a compreensão do sistema, além de avaliar possíveis soluções.


O entendimento é de que Lages tem vários pontos que, independente de ter construções de moradias em locais suscetíveis a alagamentos e a enchentes, é preciso que a sociedade entenda que são áreas verdes, localizadas em superfícies próximas aos rios, e em zonas de alto risco. Somente por estas razões, as pessoas não deveriam ocupar irregularmente os terrenos. Porém, como é bastante difícil mudar esta realidade, o jeito é buscar alternativas que possam prevenir ou minimizar os efeitos das calamidades. “Estamos trabalhando com estudos, inclusive, em busca de parcerias com universidades para que possamos juntos, encontrar a melhor alternativa de minimizar os efeitos das chuvas”, salientou o Ceron.

📷 Greik Pacheco / ASCOM PML
Entre as propostas de trabalho, está a da criação de um grupo pensante, exatamente para consolidar a construção de projetos de prevenção e buscar recursos federais, junto ao Ministério da Integração, por exemplo. Conforme o professor Sílvio, é possível conveniar com o CAV/Udesc, onde existe a certeza técnica, e que pode garantir bons resultados na condução das diretrizes de prevenção.

Por outro lado, já existem informações da Defesa Civil Estadual que podem ser juntadas com as de Lages, e assim, apontar os melhores caminhos, seguindo exemplos de como fez o Vale do Itajaí para se proteger das enchentes. “Além disso, há uma empresa de Curitiba fazendo levantamento da região, com análise de todo o leito do Rio Caveiras, e que deverá também, em breve, juntar os dados e incorporar na estratégia preventiva”, sinalizou o secretário de Planejamento e Obras, Clayton Bortoluzzi.


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