Polícias Civil e Militar elucidam latrocínio em menos de 24 horas na Serra

Crime ocorreu na noite de quinta-feira em uma padaria de Lages.

Por ASSESSORIA DE IMPRENSA DA
POLÍCIA CIVIL DE SANTA CATARINA,
em Lages/SC

📷 Philip Albert / Lages Diário

A
Polícia Civil, através da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Lages, em ação conjunta com a Polícia Militar (PPT e P2), resultou no esclarecimento, em menos de 24 horas, do crime de latrocínio (roubo seguido de morte), contra um empresário de 52 anos, ocorrido na noite da última quinta-feira, 25, no seu estabelecimento comercial, localizado no Bairro Universitário, em Lages, na Serra catarinense.


De acordo com o delegado Sérgio Roberto de Sousa, o crime foi perpetrado por seis homens, sendo cinco maiores e um menor de idade, que praticaram o latrocínio de forma planejada e com divisão de tarefas. “Foram presos, até o momento, os homens de 30 anos, de 25, de 21, de 27 e apreendido um adolescente, de 16 anos”, explica.

Segundo o delegado, o mentor intelectual e líder do grupo foi o homem de 30 anos. “O investigado possui uma loja de insulfilme e som na Avenida Primeiro de Maio e, por conta disso, possui acesso/contato com os comerciantes da região. Com isso, ele levantou que no estabelecimento da vítima havia a possibilidade de ter grande quantidade em dinheiro, então esse mentor convocou os demais comparsas e fez a proposta de praticarem o roubo. Esse mandante contactou com o comparsa de 21 anos e solicitou a ele que fornecesse sua motocicleta para ser utilizada no crime, em troca de uma valor fixo do lucro do roubo, que seria R$ 3 mil. Este outro indiciado aceitou a proposta. Ato contínuo o indiciado, o mentor também contactou outro comparsa de 27, e solicitou a arma de fogo dele emprestada, um revólver calibre 32, lhe informando que iriam fazer um roubo grande que renderia grande quantidade em dinheiro. Este, então, de imediato, aceitou a proposta e, na tarde do dia 25, por volta das 17h, se deslocou até a casa do líder e lhe entregou a arma de fogo com cinco munições intactas. O dono da arma iria receber a quantia aproximada de R$ 10 mil, o que equivale a 20% do valor que eles acreditavam que iriam roubar. O indiciado de 25 anos tinha a atribuição de conseguir um segundo executor do crime, que iria praticar o delito com o adolescente, e também a atribuição de ocultar a arma, motocicleta, capacetes e roupas utilizadas no crime, bem como os valores roubados”, afirma.

O delegado disse, ainda, que os agressores que praticaram a execução da vítima foram o adolescente de 16 anos, que se encontra apreendido, e um segundo comparsa, o qual ainda não foi localizado. “O disparo de arma de fogo foi executado por este comparsa foragido. Durante as diligências, foi localizada e apreendida a arma de fogo utilizada no crime, a qual estava com quatro munições intactas, na posse do indiciado de 27 anos. A motocicleta utilizada no crime foi localizada e apreendida na posse do indiciado de 21 anos. Além dos objetos acima citados, foram localizados e apreendidos um capacete e duas jaquetas que foram utilizados pelos executores no momento do crime”, garante.

Os quatro homens foram presos em flagrante e encontram-se presos provisoriamente à disposição da justiça. “Três deles confessaram o crime de forma detalhada e o quarto permaneceu em silêncio”, concluiu o delegado. 

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