Andamento do Plano Municipal de Preservação da Mata Atlântica é apresentado ao prefeito

Ao tomar conhecimento sobre a execução, o prefeito solicitou sua continuidade e espera a conclusão para que possa ser colocado em prática.

Por ASCOM PML,
em Lages/SC

📷 Greik Pacheco / ASCOM PML

O
Plano Municipal de Preservação da Mata Atlântica vem sendo elaborado em Lages desde 2015 e, atualmente, encontra-se em fase de conclusão. Pela primeira vez o prefeito Antonio Ceron teve conhecimento do trabalho que vem sendo realizado em Lages. A exposição nesta terça-feira (9) foi feita pela conselheira da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), Mirian Procknow, e pela bióloga da Secretaria de Serviços Sociais e Meio Ambiente, Michelle Pelozato. O relato também foi acompanhado pelo secretário Euclides Mecabô. O Plano está previsto na Lei nº 11.428/06 da Mata Atlântica. A proposta é inserir os municípios em projetos de proteção da Mata Atlântica, alinhados com o desenvolvimento sustentável. “O trabalho é resultado de várias mobilizações com a sociedade, que contribuíram para a organização e estratégias para a execução”, ressaltou a representante da Apremavi.


O Plano que vem sendo desenvolvido em Lages poderá ser o primeiro a ser aprovado e praticado por um grande município catarinense. Em Santa Catarina o único que já concluiu o Plano foi Dona Ema, no Oeste. O encaminhamento está sendo feito através da Ong Apremavi em parceria com a Klabin. Depois do documento que deverá estar pronto em menos de dois meses, deverá ser aprovado pelo Conselho de Municipal de Meio Ambiente (Comdema), e pelo prefeito. Assim que estiver aprovado, além do Município se tornar referência, poderá também buscar recursos para novos projetos, por exemplo, junto ao Fundo Nacional da Mata Atlântica. Além disso, caberá ao Município a responsabilidade de transformar os projetos em lei, a partir de ações entre parceiros e sociedade em geral.

O documento

O Plano Municipal de Preservação da Mata Atlântica reúne e normatiza os elementos necessários à proteção, conservação, recuperação e uso sustentável da mesma. Ele será um documento com metas e ações que deverão ser seguidas pelos próximos 20 anos. A partir da conclusão do Plano a ser entregue à comunidade lageana, serão necessárias revisões a cada três ou quatro anos, para verificar se as metas serão alcançadas e o que pode melhorar. “Por isso a importância da participação da comunidade, trazendo novas demandas para dentro da secretaria”, esclarece Michelle.

Proteção à biodiversidade

A Mata Atlântica é uma das florestas mais ricas em biodiversidade no mundo e sua influência está nas ações mais básicas do dia a dia. A qualidade do ar e da água, a regulação do clima e a saúde do solo dependem diretamente de seus remanescentes, além de fonte de recursos e matérias-primas essenciais à economia do país. Como os municípios devem assumir sua parte na proteção dessa importante floresta através dos instrumentos de planejamento, Lages sai na frente e está prestes a ter o Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA), concluído.


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