Carnaval 2017

Pista molhada vira polêmica e atrasa desfile da Nenê de Vila Matilde
Penúltima escola a desfilar, entrou no sambódromo do Anhembi após quase uma hora devido a pista molhada e escorregadia.

Por UOL,
em São Paulo/SP

📷 Alexandre Schneider / UOL

F
oi depois de um atraso de mais de 50 minutos que a Nenê de Vila Matilde começou seu desfile, já com o sol raiando. O presidente da escola, Rinaldi Andrade, o Mantega, se recusou a colocar a escola na avenida com a pista molhada. A Vai-Vai, agremiação que passou antes, jogou água no chão durante sua passagem --o enredo, sobre a Mãe Menininha do Gantois, mencionava as Águas de Oxalá. O público não gostou do atraso e chegou a vaiar a Nenê.


A Vila Matilde apresentou a história, miscigenação e progresso da cidade de Curitiba, defendendo o enredo "Coré Etuba. A ópera de todos os povos, terra de todas as gentes, Curitiba de todos os sonhos", do carnavalesco Alex Fão.

Na avenida, a Nenê passeou pelas raízes indígenas da capital paranaense, da chegada dos escravos ao encontro de povos na cidade.

No geral, o desfile correu sem sobressaltos, mas a agremiação acabou prejudicada pela claridade, já que várias de suas alegorias, repletas de luzes e cores, foram pensadas para o ambiente noturno. Mesmo sem grande animação, o público permaneceu nas arquibancadas.


A youtuber Kéfera Buchmann foi destaque em um dos carros alegóricos. Já a chamada República de Curitiba, representada pelo comando da operação Lava Jato e pela figura do juiz Sergio Moro, no entanto, não deu as caras.

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