Carnaval 2017

Muito luxo na Sapucaí para celebrar os índios do Xingu na Imperatriz
Terceira escola a desfilar trouxe o enredo “Xingu, o clamor que vem da floresta”.

Por UOL,
no Rio de Janeiro/RJ

Cris Viana desfila pela Imperatriz Leopoldinense. 📷 AgNews 

A
Imperatriz Leopoldinense levou para a Sapucaí sua marca de muito luxo para homenagear os indígenas do parque do Xingu com o enredo "Xingu, o clamor que vem da floresta", do carnavalesco Cahê Rodrigues.


Cahê não economizou na exuberância e levou para a avenida um desfile colorido, que começou com uma coreografia inspirada na cerimônia do Kuarup na comissão de frente, com uma grande oca que se abria em forma de palmeira, e seguiu como muita vegetação e animais.

O segundo carro era sustentado por um jacaré de 30 metros e ainda trazia uma enorme arara com asas móveis no topo. No entanto, uma das penas da ave quebrou e pode fazer a escola perder pontos.

O enredo da escola abordou também pontos polêmicos, como a relação do agronegócio com a reserva indígena, além de se posicionar contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte. Fantasias com fazendeiros retratados como exterminadores e condenando o uso de agrotóxicos revoltaram empresários do agronegócio, que realizaram vários protestos pelas redes sociais antes do desfile.

O fim da apresentação trouxe um clima mais leve, com a celebração de personagens importantes que contribuíram para a causa indígena --como os irmãos Villas Boas, Noel Nutels, Marechal Rondon e Darcy Ribeiro-- antes de dar espaço para os verdadeiros protagonistas: representantes de todas as etnias do Xingu, no último carro alegórico, incluindo o cacique Raoni, que ficou conhecido ao rodar o mundo com o cantor Sting para mostrar a situação dos povos da região.

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