Natal e Ano Novo

 CRISE NO RIO 
Show de fogos será mais curto na praia de Copacabana no Rio
Com a crise financeira que assola o Estado do Rio de Janeiro, a organização diminuiu de 16 para 12 minutos a pirotecnia, além de diminuir os locais de festa espalhados pela cidade.

Foto: Divulgação 


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LAGES DIÁRIO
em Lages/SC
A crise financeira que assola o país e de forma mais contundente no Rio de Janeiro, que está em calamidade pública financeira, atingindo vários setores da economia e isso não seria diferente na festa de réveillon na praia de Copacabana – uma das mais tradicionais do Brasil – e em outros vários pontos da cidade.


Segundo a Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro, neste ano a festa da virada terá quatro minutos a menos de queima de fogos passando de 16 para 12 minutos, e ainda a diminuição no número de locais de festas espalhadas pela cidade, agora serão nove locais, sendo alguns deles o Piscinão de Ramos, na zona norte, Aterro do Flamengo, na zona sul, o Parque de Madureira, e ainda, a Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade.

O número de patrocinadores da festa da virada na cidade caiu pela metade devido a crise e isso fez com que modificações fossem feitas para adequar a festa ao atual momento do Estado. São esperadas para o fim de ano no Rio de Janeiro cerca de 865 mil turistas e a arrecadação deve chegar a US$ 691 milhões.

A festa da Virada

Na Praia de Copacabana, onde espera receber mais de duas milhões de pessoas na orla, está programada a apresentação de Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo. Antes se apresenta o cantor Leo Jaime.

O show de fogos continuará a cargo de uma empresa espanhola e os artefatos serão disparados através de processo computadorizado e serão divididos em onze balsas paradas no mar.

O encerramento do Réveillon em Copacabana será marcado pela apresentação das baterias da escolas de samba Mangueira e Unidos da Tijuca, celebrando o “Centenário do Samba”, comemorado no último dia 2 de dezembro.

Crise quase afetou o réveillon de Florianópolis

A economia também foi o grande pretexto para que a prefeitura de Florianópolis corresse atrás em busca de parcerias para a realização do Réveillon na capital catarinense, um dos mais belos shows da virada do Estado, e o evento só foi mantido no calendário após uma empresa privada assumiu a responsabilidade e os custos para a realização do evento.


A prefeitura chegou a cogitar a possibilidade de não realizar o Réveillon caso tivesse que recursos próprios.