Economia

 Feira do Gado Geral 
Ano positivo quanto aos negócios com animais
Evento aconteceu no último sábado (19) no Parque Conta Dinheiro.

Por Paulo Chagas, da Assessoria do Sindicato Rural
(paulochagasvargas@gmail.com)

Foto: Paulo Chagas / Divulgação
A Feira de Gado Geral realizada no último sábado, no Parque Conta Dinheiro, em Lages, fechou o ano de negócios dos sindicatos rurais de Lages, Painel e Capão Alto. O leilão comercializou 343 animais. Em valores, os negócios fecharam em R$ 532 mil. No acumulado do ano, o cálculo das Feiras do Terneiro (a) e Gado Geral totaliza, somente na área de abrangência do Sindicato Rural, um volume de 6 mil 156 animais, gerando um faturamento de quase R$ 8,5 milhões. Além disso, some-se mais R$ 2,4 milhões resultante de 371 animais vendidos em leilões de elite. Sendo assim, o faturamento nos leilões salta para R 10,9 milhões aproximadamente, superando os índices de 2015.


A partir destes números, a avaliação do presidente da Associação Rural de Lages, Márcio Pamplona, é de que o ano termina de forma positiva, mesmo sabendo que os pregões poderiam comercializar bem mais, caso não ocorresse uma pequena diminuição na procura de animais para confinamento, de parte de compradores, em função dos custos da ração, que usa como base de produção o milho e a soja. A preocupação era de que a ausência destes investidores pudesse comprometer a comercialização ocasionando um possível excesso na oferta de mercadoria. Porém, as negociações não ficaram comprometidas. Os animais à venda foram absorvidos pelos demais segmentos de compradores. “Portanto, a liquidez das ofertas foi mantida, inclusive, com incremento sobre as vendas do ano passado”, ressalta.

Investimento na estrutura


A partir do entendimento de que, os animais ofertados em todos os eventos realizados no Parque Conta Dinheiro, são de alta qualidade; um resultado do esforço de anos de trabalho e investimento de parte dos criadores, a direção da Associação Rural decidiu cobrir toda a área das mangueiras. Para a Expolages a cobertura foi de 60%. Agora, o trabalho foi retomado, para que até janeiro de 2017, o espaço esteja completamente coberto, e tudo feito com investimento próprio, chegando próximo a R$ 1 milhão de reais. Para o dirigente Márcio Pamplona, num momento em que o produtor está de profissionalizando e mantendo os altos padrões de qualidade, e na hora da comercialização final, a exposição dos animais não pode ficar prejudicada. A cobertura irá propiciar total conforto dos animais, e dos compradores que precisam revisar seus lotes, sem o risco de ficarem ao relento. “O que se espera, é que a nova estrutura deva atrair a realização de novos eventos”, conclui.

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