Turismo e Viagem

 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 
             

                
Da Assessoria do Município de Lages
(imprensa@prefeituralages.com.br) 

Foto: Toninho Vieira / Prefeitura de Lages
O Projeto Coxilha Rica, cujo objetivo central é o desenvolvimento sustentável da atividade turística, foi apresentado à comunidade, na manhã desta sexta-feira (7), no salão comunitário da localidade de São Jorge. O trabalho é da Secretaria do Turismo e contou com o apoio das secretarias da Agricultura e de Comunicação Social, da Promotoria do Meio Ambiente, Centro de Ciências Agroveterinárias (Cav), Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Associação dos Municípios da Região Serrana (Amures), Conselho de Turismo da Serra Catarinense (Conserra) e Polícia Militar Ambiental.

Inscrito e habilitado em 2015 pela Fundação Catarinense de Cultura, através do Projeto Elizabete Anderle, o trabalho da Secretaria de Turismo se desenvolveu durante este ano de 2016, contando com atuação de equipe técnica multidisciplinar, tendo sido desenvolvido levantamento na área de arqueologia, arquitetura, corredores das tropas, meio ambiente e turismo, incluindo levantamento fotográfico e georreferenciamento de mais de 60 pontos.

A apresentação da devolutiva do projeto, ou seja, o que já foi feito até agora, quais serão os encaminhamentos e o que se pretende fazer efetivamente, foi assistida por moradores da região da Coxilha Rica, entre os quais proprietários rurais, empresários do agronegócio e do Turismo, e autoridades. Esteve presente à reunião, o procurador da República, Nazareno Jorgealém Wolff (que também é fazendeiro), o promotor do Meio Ambiente, Renee Braga, o comandante da Polícia Ambiental, Major Adair Pimentel, e o presidente do Sindicato Rural, Márcio Pamplona.

Desenvolvimento sustentável

O secretário de Turismo, Flávio Agustini (Flavinho), e a diretora desta pasta administrativa, Ana Vieira, fizeram a apresentação de todo o trabalho. “Este projeto foi elaborado para ter prosseguimento, independente de qual grupo político esteja no comando da administração municipal”, disse Flavinho. “O que se pretende com este projeto é o desenvolvimento sustentável do turismo na Coxilha Rica, preservando-se o patrimônio histórico-cultural e ambiental da região. E com certeza se trata de projeto que irá alavancar, de uma vez por todas, o desenvolvimento sócio-econômico da Coxilha Rica, através do planejamento turístico. A região terá em breve um trecho de mais de 50 quilômetros de asfalto e isso irá impactar uma vasta área, precisando desta forma de planejamento da atividade turística e de preservação do patrimônio histórico-cultural-ambiental”, reitera o secretário.

Ana Vieira disse que o turismo chegou à Coxilha Rica muito antes do projeto que agora está sendo desenvolvido, por meio das cavalgadas, e que o “turismo espontâneo” já vem sendo praticado, isto é, as pessoas já vêm para esta região, especialmente no verão com destino ao Rio Pelotinhas. “É preciso planejar o Turismo de forma técnica, antecipando-se ao natural crescimento da região, mas isso só vai acontecer com o engajamento dos moradores da região. Serão os moradores que irão efetivamente dizer o que pode ser feito aqui em termos de exploração do potencial de infraestrutura de atendimento aos turistas”, falou Ana. “Aqui logo teremos uma estrada asfaltada e isso trará desenvolvimento, mas efetivamente vai atrair muita gente. Esta área da Coxilha Rica será a mais nova fronteira a ser visitada, primeiramente pelos próprios lageanos, aos finais de semana”, observa o procurador da República, Nazareno Wolff.

Já o fazendeiro Geraldo Vieira, proprietário de vasta área de terras, disse que não é contra o projeto de preservação do patrimônio histórico-cultural e tampouco do projeto que busca se desenvolver na Coxilha Rica, porém defende que haja concomitantemente investimentos e um maior planejamento nas áreas de infraestrutura rodoviária, de saúde e educação, basicamente. “Precisamos de estradas em condições de trafegabilidade, de boas escolas e de postos de saúde com médicos, assim como do Turismo para agregar valor às atividades econômicas da região, e assim segurar o homem no campo”, disse Vieira. Já o promotor Renee Braga explicou que a proteção do meio ambiente só se justifica pelo fator humano, para proteger as pessoas e com a opinião das pessoas.

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